
Lisboa, 1967.
A prática da pintura de João Oliveira Santos parte de figuras, objectos e espaços do quotidiano. Interessa-lhe menos a descrição do que a construção de imagens abertas, nas quais o familiar pode adquirir uma presença ambígua ou inesperada.
Usa sobretudo acrílico e óleo, sobre tela e painel de madeira, com particular atenção à composição, à luz e à atmosfera. A figura humana, os interiores e os objectos são motivos recorrentes.
Tem participado em exposições colectivas e a sua obra integra colecções particulares.